06/07/2020

Obesidade Infantil

Prevenir para NÃO remediar

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), há atualmente no mundo aproximadamente 41 milhões de crianças menores de cinco anos com sobrepeso ou obesidade. Nas crianças brasileiras entre cinco e nove anos, a obesidade atinge 15%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os adolescentes de 12 a 17 anos, 17,1% apresentam sobrepeso e 8,4% obesidade, de acordo com o estudo de doenças cardiovasculares em adolescentes (Erica), divulgado em 2016.

Apesar desses números assustarem sobre a saúde da população brasileira, é importante lembrar que a obesidade é uma condição reversível. A prevenção desde os primeiros anos de vida resulta em benefícios futuros.

Os riscos da obesidade infantil

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), combater a obesidade infantil é um dos principais desafios para o século XXI. Esta doença pode ser provocada por diversos fatores, desde uma alimentação rica em açucares e gorduras, sedentarismo e aspectos genéticos.

De acordo a OMS, a obesidade está diretamente ligada a fatores de risco cardiovasculares e metabólicos, como elevação na pressão arterial e nos índices de triglicerídeos. Do mesmo modo que ocorre com adultos, na criança obesa tem aumento nos índices de colesterol total (LDL-C), aliado a uma redução nos índices de colesterol (HDL-C).

O sobrepeso ou a obesidade na infância, aumentam a resistência celular à insulina favorecendo o desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia e complicações na carótida na idade adulta. Descreve a OMS.

O que fazer para evitar a obesidade infantil?

A prevenção da obesidade em crianças e jovens passa necessariamente pela conscientização sobre a importância da atividade física e da reeducação alimentar, sempre incentivando-os a construir uma rotina de hábitos saudáveis.

A participação da família é primordial para essa virada – e a própria conscientização dos pais – se faz indispensável. Segundo Wanderson Cardoso analista do mercado de saúde suplementar e diretor da marca de suplementos Tdbem.com.vc , a falta de tempo das famílias modernas, desejo por fastfood, comida comprada pronta e falta de orientação e interesse sobre bons hábitos alimentares é hoje as principais ameaças para uma vida saudável.

A principal estratégia de medicina preventiva, é sempre procurar orientação especializada: o pediatra. Ele avaliará a real necessidade da formação de uma equipe de profissionais que poderá incluir nutricionistas, psicólogos, enfermeiros e educadores físicos, poderão atuar como um suporte ao médico pediatra no acompanhamento do paciente. Orienta o analista da Tdbem.com.vc

A equipe aliada ao médico, terá a oportunidade de abordar diversas questões importantes, como reeducação alimentar, cuidados com a saúde física e mental, atividade física monitorada, se há compulsão alimentar, ansiedade, depressão e bullying. Diz o analista da Tdbem.com.vc.

Reeducação alimentar

Uma dieta saudável para a manutenção do peso é um dos pilares de qualquer programa de combate à obesidade. Se tratando de crianças e jovens, recomenda-se a reeducação direcionada para toda a família. Orienta a Nutricionista Carolina Maria Braga de Raposo.

De acordo com a Nutricionista, os pais, se quiserem que os filhos alimentem-se bem,  devem aprender a se alimentar bem também, sendo responsáveis por escolher os alimentos mais adequados, estabelecer horários definidos para as refeições, desestimular os “beliscos” fora de hora e a compulsão.

Confira algumas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria para reeducação alimentar de crianças obesas:

  • Ao invés de proibir alimentos, o melhor é controlar a porção a ser ingerida
  • Estabelecer horários fixos e cinco ou seis refeições diárias com um intervalo de três horas entre elas
  • Comer devagar e em local tranquilo, longe da televisão, videogame ou computador
  • Diminuir gradualmente a ingestão de líquidos durante as refeições, oferecer um copo de suco, no máximo. Preferir sempre os sucos da fruta, que contêm mais vitaminas e sais minerais
  • Utilizar menos óleo na preparação dos alimentos. Preferir pratos assados ou grelhados. Diminuir a quantidade de alimentos gordurosos e de frituras.
  • Aprender a ler a tabela dos alimentos e a evitar os mais calóricos e os ricos em gordura
  • Incentivar o consumo de frutas (com casca, sempre que possível), verduras e evitar consumo de alimentos congelados e pré-prontos
  • Cuidar da apresentação do prato, para favorecer o paladar
  • Estimular a criança a tomar bastante água ao longo do dia, inclusive na escola.
  • Retirar o saleiro da mesa
  • Evitar refrigerantes, que, além de conterem muito açúcar, prejudicam a saúde dos ossos, causam irritabilidade gástrica e cáries.

Atividade física

É primordial para o sucesso de um programa de controle da obesidade infantil, à prática regular de atividades físicas. As crianças têm necessidades de se movimentar, pois além do controlar o peso tem envolvimento direto no desenvolvimento neuro-motor. Orienta a Educadora Física do SESI Campinas Sheila Rodrigues.

Além de palestras com orientações sobre as mais diversas formas de praticar atividades físicas de forma saudável, a Educadora sugere, eventos ao ar livre, com atividades de lazer e entretenimento para toda a família.

De acordo com a Educadora do SESI, cada faixa etária tem atividades específicas que podem ser desenvolvidas, de acordo com recomendações do pediatra. A partir dos cinco até os sete anos deve-se oferecer opções para a criança exercitar as habilidades básicas: correr, saltar, arremessar, segurar, chutar. Natação, corrida, salto, futebol, capoeira, surfe e danças são boas sugestões.

A partir dos sete aos dez a criança pode fazer atividades com velocidade e combinação das habilidades anteriores. E a partir dos 11 para a escolha da modalidade deve-se observar o tipo e a carga do exercício físico. Como regra geral, as atividades físicas recreativas são indicadas após os sete anos de idade e as competições, após os 13 anos. Diz Sheila Rodrigues.

Atualmente, a agência da ONU recomenda que crianças e adolescentes de cinco a 17 anos pratiquem pelo menos 60 minutos diários de atividade física — moderada a intensa. Pelo menos três vezes na semana, os exercícios devem incluir atividades que fortaleçam os músculos e os ossos. Quatro em cada cinco jovens de 11 a 17 anos são considerados insuficientemente ativos pela OMS.

A orientação, para a prevenção da obesidade infanto-juvenil, entre os especialistas consultados é a Mudanças de hábitos: esse é o plano.

Fonte – http://previva.com.br/obesidade-infantil/

https://www.telessaude.unifesp.br/index.php/dno/redes-sociais/123-3-de-junho-dia-da-conscientizacao-contra-a-obesidade-morbida-infantil

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